Vinícius Vidal

UX, Ai, Social Media, Pics, Metal & Bizarre Art!

The Spectrum of User Experience

June26

O pessoal do excelente blog iA (Information Architects) acabou de postar no flickr deles uma série de gráficos que segundo eles é uma tentativa de melhorar o velho (já) gráfico de Garret “Elements of User Experience”:

Yes, this still needs a lot of explanation. Basically user experience is dynamic, this it needs a dynamic, not a static metaphor. Yes, we’re trying to improve Garrett’s static “Elements of User Experience”. Tell us, if you have any ideas for notional improvements.

Assim como fez Trevor Van Gorp da Affective Design com o UX Iceberg melhorando aquele gráfico (postei no blog da colmeia no ano passado), pra mim esses gráficos do iA exibe muito melhor o tamanho do processo de UX, ficou linda a explicação toda pra dizer a verdade, rs, como eles dizem “experiência do usuário é dinâmica, precisa ser e não uma metáfora estática“.

Ah, como seria excelente se eles fossem considerados e entendidos por muitas frentes (é sonho meu?).

Dá uma olhada abaix0 (clique nas imagens para ir até o flickr e ver maior a imagem) e espalhe.

The Spectrum of User Experience
The Spectrum of User Experience

UX Deliverables (Concept and Process)
UX Deliverables

UX Stress Fields (Force, Work and Perception)
UX Stress Fields

UX Sphere of Action (Concept, Disciplines and Core Competencies)
UX Sphere of Action

UX Core Values
UX Core Values

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A experiência é o produto

June17
Oliver Reichenstein (iA) acabou de tuítar:
Brand=Interface or Experience=Product: http://www.slideshare.net/peterme/experience-is-the-product #awesome #presentation
Ele linkou a apresentação que Peter Merholz, o presidente da conceituada Adaptive Path fez em 2007 no D.Construct (UK). É uma apresentação onde ele aprofunda a importância da experiência, fala sobre a história (abordando a Kodak), demonstra a vantagem competitiva que a experiência proporciona, etc, etc, etc, ou seja, é bem fodinha, dá um zói (bota o fone que tem áudio e deixa rolá se você estiver com tempo):

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Você conhece o Shelfari?

June16

splash-logo

Bom, eu não sei onde estava ou se isso passou totalmente despercebido por mim. Mas conheci somente hoje o Shelfari. Acredita? Pois é. It’s true cabron.

Pra mim era coisa nova, mas né não, o Shelfari é uma rede social voltada a amantes de livros (ou não) que surgiu lá em Outubro de 2006 e foi fundado por Josh Hugh, Kevin Beukelman e Mark Williamson (eu sinceramente não sei quem são e estou com preguiça de pesquisar).

O grande barato dessa rede é que você pode usá-la pra criar sua lista de desejos, organizar “virtualmente” sua biblioteca organizando o que você já leu, está lendo e deseja ler, pode colocar também os que você possui (e assim emprestar pra um amiguinho, rs), favoritar e os cambau.

Daí que pensei rapidinho como qualquer um que “pense” pensaria:

Humm, a Amazon poderia “patrocinar” a parada e colocar os livros dela aqui pra vender

Pois é, pensei tarde, a Amazon como fodona que costuma ser não só colocou a opção de comprar os livros como comprou a bagaça toda, ou seja, é ela quem organiza a bagunça toda. E sinceramente, vindo da Amazon tem o meu respect.

Daí pensei, poutz, mais uma rede, poderia tá integrado com um aplicativo ao por exemplo, Facebook? Hummm, mundinho rápido, olha aqui ó: http://apps.facebook.com/shelfari/Shelf.aspx

Falando em “uso” do Shelfari mesmo, eu achei muito foda várias features, pelo que andei lendo não era tão assim lá em 2006, ainda bem que os conheci agora né.

Um dos lances bacanas é a busca, sempre presente enorme no topo da página, e ao você começar a digitar um livro ela vai te dando sugestões imediatas, daí é só você “auto-completar” a parada, é a busca sem tem que clicar em buscar, legal né?

search

Porém, antes que você vibre, como nem tudo são rosquinhas de doce de leite, na busca mesmo uma coisa chata que achei é que existem livros que não aparecem nas sugestões, o que dá a péssima impressão que o livro não existe, porém experimente clicar em Searh mesmo assim, surprise, o livro pode existir meu camarada.

Tem mais coisas fodel com seus poréns, listo cá:

estante

- A organização de forma lúdica, imitando uma prateleira real, você pode vê-la clicando em “My Shelf”. Essa prateleira é bacana porque você tem uma representação de todos livros que você adicionou como “Planejo ler”, “Estou lendo” e “Já li” ou “Favoritos”, “Possuo” e “Lista de desejo”.

- A forma como você adiciona os livros é bem bacana, passe o mouse em cima da capinha do livro, clique em “Edit” ou fique com seu mouse em cima da setinha pra baixo, aparecerá as opções para que escolha e defina. Ao fazê-la o livro já estará na sua prateleira.
Ponto negativo:
Ao escolher uma condição o site não te dá uma resposta imediata visual, isso pode ser confuso pro usuário e as escolhas de “Favoritos”, “Possuo” e “Lista de desejo” estão demonstradas por três pequenos ícones (!) que ficam ainda por cima na cor cinza (sinalizando desabilitados) como se fosse normal reconhecer isso, eu demorei pra diabo pra encontrar e olha que procurei viu.

navegacao

- A paginação, ou melhor, não existe paginação catzo, é só você clicar no botão azul no rodapé “Show more books” e lá vem mais livros abaixo, a página vai aumentando, aumentando. Sabe aquele esquema que o Twitter fez? É interessante né, eu particulamente achei espetacular, afinal você não vai pra uma segunda página e tem que voltar pra ver a anterior, você continua na mesma e vendo mais e mais, quer voltar? Sobe. Não sei quem fez primeiro e não interessa, só sei que foi uma das soluções mais bacanas e simples em termos de navegação que vi ultimamente.

Bom, tem muito mais lá, só que são coisas que vemos em várias outras redes como resenhar, adicionar tag, criar grupos (vô criar o meu de livros de metal extremo!), adicionar amiguinhos e trocar idéinhas, ou seja, uma rede social como várias, porém o bacana é que tem um foco voltado a leitura e você exibe seu “capital social” com os livros que você já leu, quer ler, tá lendo e opiniões que adicionar mediante o público que você compartiha. O Joshua (de novo ele, rs) fala um pouco a respeito aqui ó.

E aqui está minha pequena estante, faça a sua e compartilha aí.

http://www.shelfari.com/viniciusvidal

Shelfari: Book reviews on your book blog

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UX no cadastro

June15

Iniciando uma série de posts sobre UX e o escambau, começo hoje a falar sobre as abordagens de cadastro em uma interface web.

As análises sobre os formulários e cadastros em interface são mais do que lugar comum faz tempo, Steve Krug falou bastante a respeito, mas a apresentação que o Joshua Porter (Bokardo) fez na Webstock 2009 mês passado é bem interessante, leia abaixo. let’s go baby.

Necessidade

Assim como qualquer “necessidade” de um projeto, o cadastro ou pedido para preenchimento de formulário por assim dizer deve sempre ser analisado com cuidado. É normal ver em “briefings” e análises iniciais em clientes o pedido de cadastro, dados para mailing, etc, etc, aliás é sempre um dos principais pedidos, o difícil é ver o briefing em que tais pedidos não existam. Porém não é porque é pedido que o arquiteto de informação deve colocar lá e pronto, aliás, ao contrário, o foco no caso deve ser analisar o contexto, verificar realmente se existe a necessidade e encontrar maneiras para que aqueles campos passem completamente despercebido pelo usuário, não que ele ignore e não preencha, ao contrário, ele o faça, mas faça felizão, rs, ou seja, com o menor esforço possível, quase nenhum pois você pensou nele, considerou o perfil dele, analisou a situação o suficiente para que ele queira fazer o cadastro.

Call to sign up

No Webstock 2009, Joshua Porter (Bokardo) fez uma apresentação bem legal cujo foco é o design no cadastro ou ‘call to sign up’ , dá uma olhada na apresentação abaixo ou assista no Vimeo.

E como disse Nick Finck, o bacana é que a apresentação dele não fala sobre formulários explicitamente falando e sim sobre o conteúdo, modo de apresentação, motivação do usuário, níveis de interesse, tipos de usuários entre outros tópicos. É foco na experiência do usuário exatamente como ele é, contextualizado em um projeto, e não um termo ‘hype’ cujo qual se mistura a Arquitetura de Informação e Design de Interação e tantos outros termos no qual estamos cansados de ler a respeito.

Veja aí:

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